Quem Somos

A Medeiros & Medeiros Administração Judicial é uma das primeiras empresas jurídicas especializadas em administração judicial da região Sul, criada a partir da união de dois Advogados especialistas na área, com mais de 15 anos de experiência na administração de processos falimentares e de recuperação de empresas.

 

Composta por advogados, economistas, administradores de empresas e contadores, amparados por um moderno software de gestão, a Medeiros & Medeiros Administração Judicial atua em cases relevantes, administrando mais de 300 processos falimentares e de recuperação judicial, estando apta a atuar em todo território nacional.

Nossos diferenciais

- Experiência de mais de 15 anos em administração judicial;

- Equipe multidisciplinar, formada por advogados, contadores e administradores;

-Software de gestão específico para gerenciamento de processos de recuperação judicial;

-Software e equipe treinada para realização de assembleias de credores.

- Pavilhão próprio para armazenamento de documentos e bens de pequeno porte;

- Auditório na sede com capacidade para 150 pessoas para a realização de Assembleias de Credores.

- Escritórios coligados em todo o Brasil.

Equipe

  • João A. Medeiros Fernandes Jr.

    O Advogado João Adalberto Medeiros Fernandes Júnior (OAB/RS 40315) tem sua atuação profissional voltada à área de falências e recuperações judicias há mais de 17 anos. Além de Vice-Presidente do IDRE (Instituto de Recuperação de Empresas), é membro do TMA-Brasil (Turnaround Menagement Association) e da Comissão de Recuperação Judicial da Federasul. Atuou por mais de uma década no Tribunal de Ética e Disciplina da OAB/RS onde chegou à Vice-Presidência. Além de Professor da Escola Superior da Advocacia, na sua formação profissional, cursou as escolas superiores da Magistratura - AJURIS e do Ministério Público – ESMP. Atualmente é um dos Administradores Judiciais de maior atuação no Estado do Rio Grande dos Sul, reconhecido pela forma ágil, técnica e transparente da sua atuação.

    Laurence Medeiros

    O Advogado Laurence Bica Medeiros (OAB/RS 56.691) tem sua atuação profissional voltada à área de falências e recuperações judicias há mais de 15 anos. É pós-graduado em Direito Empresarial pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos e em Direito Tributário pela Rede de Ensino LFG. Alem disso, é membro associado do IDRE (Instituto de Recuperação de Empresas), INRE (Instituto Nacional de Recuperação Empresarial, IBGT (Instituto Brasileiro de Gestão e Turnaround) e TMA-Brasil (Turnaround Menagement Association) , entidades que se dedicam ao estudo de práticas modernas de salvamento de empresas em crise econômico-financeira, bem como formas alternativas de preencher as lacunas deixadas pelo atual modelo legislativo.

  • Silvio Luciano Santos

    O Contador (CRC/RS, BA, PR e SP 66.456) e Advogado (OAB/RS 94672) Silvio Luciano Santos tem sua atuação profissional voltada à área de falências e recuperações judicias. É Graduado em Ciências Contábeis pela FACCAT e em Direito pela Universidade Feevale. É pós-graduado em Direito Tributário pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos. Além disso, é membro associado do TMA-Brasil (Turnaround Menagement Association) , entidade que se dedica ao estudo de prática modernas de salvamento de empresas em crise econômico-financeira, bem como formas alternativas de preencher as lacunas deixadas pelo atual modelo legislativo. 

    Nathália Michel

    A Advogada Nathália Michel (OAB/RS 89.182) tem sua atuação profissional voltada à área de falências e recuperações judicias. É membro da Comissão de Recuperação de Empresas da Federasul.  Na sua formação profissional, é pós-graduada em Direito Internacional pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

     

  • Gustavo de Assis Guedes

    O Advogado Gustavo Guedes (OAB/RS 90946) tem sua atuação profissional voltada à área de falências e recuperações judiciais. Na sua formação profissional, é bacharel em direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul-PUCRS e pós-graduando em Direito Empresarial pelo Centro Universitário Ritter dos Reis-UniRitter.

    Daniela Alves

    A Contadora Daniela Alves (CRC/RS 89.791) é graduada em Ciências Contábeis pela Universidade de Caxias do Sul, Pós Graduada em Controladoria, Auditoria e Finanças pela Faculdade da Serra Gaúcha e Mestranda em Ciências Contábeis pela Unisinos.

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Recuperações Judiciais

Notícias

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Dúvidas Frequentes

  • 01. Quais são os passos básicos do processo de Recuperação Judicial?

    A empresa devedora apresenta o pedido ao Juízo;

    Em estando cumpridos os requisitos do art. 51, da Lei 11.101/2005, defere-se o processamento da Recuperação Judicial, nomeando-se um Administrador Judicial;

    O Administrador Judicial envia as correspondências aos credores relacionados, comunicando a data do pedido de recuperação judicial, a natureza, o valor e a classificação do crédito;

    É publicado o edital do art. 52, §1º da Lei 11.101/05, advertindo os credores do prazo de 15 dias para, querendo, apresentar ao Administrador suas habilitações ou divergências quanto ao crédito relacionado, na forma do art.7º, §1º da Lei 11.101/05.

    O administrador judicial, com base nas informações e documentos colhidos na forma do caput e do § 1o do art. 7º, fará publicar edital contendo a relação de credores no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias, contado do fim do prazo do referido artigo, indicando o local, o horário e o prazo comum em que as pessoas indicadas no art. 8o desta Lei terão acesso aos documentos que fundamentaram a elaboração dessa relação, abrindo-se prazo de 10 (dez) dias para que qualquer credor apresente ao juiz impugnação contra a relação de credores, apontando a ausência de qualquer crédito ou manifestando-se contra a legitimidade, importância ou classificação de crédito relacionado;

    A empresa apresenta o Plano de Recuperação Judicial, no prazo de 60 (sessenta) dias contados da data de publicação da decisão que defere o processamento da Recuperação Judicial;

    É publicado o edital dando ciência aos credores do recebimento do plano de recuperação, abrindo-se o prazo de 30 (trinta) dias para o oferecimento de objeções pelos credores;

    Oferecida ao menos uma objeção, é convocada Assembleia Geral de Credores para aprovação ou rejeição do plano de recuperação judicial pelos credores;

    O edital de convocação é publicado no Diário Oficial de Justiça e em jornal de grande circulação na sede e filiais da Devedora, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias;

     A ata da assembleia geral de credores é submetida ao Juízo para homologação, com concessão ou não da recuperação judicial;

     Concedida a recuperação judicial pelo juízo, iniciam-se os pagamentos na forma prevista pelo plano aprovado;

    02. Como sei se meu crédito já está reconhecido no processo de falência/recuperação judicial?

    Para verificar quais créditos estão reconhecidos junto ao processo de recuperação judicial ou falência, acessar o processo de seu interesse na campo “Recuperação Judicial” ou “Falências”. Selecione a empresa e nos “documentos”, verifique se já houve a publicação dos três editais contendo a listagem de credores (1º edital: do art. 7º, §1º da Lei 11.101/2005; 2º edital: do art. 7º, §2º, da Lei 11.101/2005; e 3º edital: Quadro-geral de Credores). Como os editais são publicados sucessivamente, o credor deve verificar se seu crédito consta do último edital constante na data da sua consulta. Se constar, está reconhecido. Ainda, se o valor e a classificação estiverem corretos, não há necessidade de manifestação por parte do credor. Caso o crédito não esteja constando do edital, ou conste com valor ou categoria diversa do que entende o credor, o interessado deve diligenciar nos meios cabíveis para correção (vide "Meu crédito não está incluído na relação de credores, como faço para incluí-lo?”

    03. Recebi correspondência informando o valor e a classificação do meu crédito. O que preciso fazer?

    Se o valor estiver correto não é necessário fazer nada. Isso indica que seu crédito está devidamente habilitado. Apenas acompanhe o andamento do processo.

    Se o valor ou a classificação do crédito estiver errada você deve solicitar a retificação. Verificando a fase que o processo se encontra, tanto o pedido de divergência (que é remetido diretamente ao Administrador Judicial), quanto a impugnação (que é um incidente a ser autuado em apartado ao processo principal), a ser ajuizada perante o Juízo da Recuperação Judicial/Falência, você deve juntar os documentos que tiver e indicar as provas que entende necessárias para comprovar suas alegações.

     

    04. Meu crédito não está na relação de credores. Como faço para inclui-lo?

    A inclusão se dá através de pedido de habilitação de crédito. Tanto a falência, quanto a recuperação judicial, possuem duas fases para habilitação: a administrativa e a judicial.

    Verificando a fase que o processo se encontra, tanto o pedido de habilitação de crédito administrativo (que é remetido diretamente ao Administrador Judicial), quanto o pedido de habilitação de crédito judicial (que é um incidente a ser autuado em apartado ao processo principal), a ser ajuizada perante o Juízo da Recuperação Judicial/Falência, devem preencher os requisitos do Art. 9º da Lei 11.101/2005.

    05. Vou ser informado pessoalmente sobre os atos do processo de recuperação judicial e falência?

    O único momento do processo em que cada credor é informado pessoalmente sobre algum ato do processo se dá no recebimento de correspondências quando o mesmo está relacionado na relação de que trata o inciso III do caput do art. 51, o inciso III do caput do art. 99 ou o inciso II do caput do art. 105 da Lei 11.101/2005, onde será comunicado da data do pedido de recuperação judicial ou da decretação da falência, da natureza, do valor e da classificação dada ao seu crédito.

    Os demais atos são efetuados através de editais públicos e/ou em jornal de grande circulação, dependendo da natureza do ato. 

    06. Como são efetuados os pagamentos dos créditos?

    Na Recuperação Judicial, os pagamentos se darão na forma do plano de recuperação judicial apresentado pelos credores, após a sua aprovação e homologação pelo Juízo, que concederá a Recuperação Judicial.

    Na falência, os pagamentos ocorrem após a realização do ativo arrecadado, e da publicação do Quadro Geral de Credores, de acordo com a ordem estabelecida no art. 83 da Lei 11.101/2005. 

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